Às vezes o mundo pára um segundo.
O meu parou naquele instante em que só eu sabia que a minha, a nossa, vida iria mudar. O mundo voltou a girar no instante seguinte, juntei forças que não pensei existirem e....
... Saíram as listas.
Depois, inexplicavelmente, o mundo começou a girar cada vez mais rapidamente e o atropelo de emoções foi constante. Girava, girava e eu rodopiava entre riso, choro, felicidade, pânico....
... a piquena vai comigo.
Já que o piqueno só vai depois. Espero.
No meio de tamanha agitação, eis que surgem os abraços, os beijinhos, as palavras de conforto, o "um ano passa num instante" que não nos saram a ferida mas que nos enchem o coração. E de que maneira. A preocupação e o carinho que chegaram a nós, eu sei bem, são reais e sentidos e fazem-nos mais fortes.
Agora resta-nos os comboios e os aviões, os meios caminhos em Lisboa e os telefonemas, para que a ferida cicatrize porque, se pensar bem...
... vou andar bronzeada o ano inteiro!
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